
O tempo...Tempo que não volta mais.
Tempo onde muitos entram e saem de nossas vidas, muitas vezes por acaso, ou não.
Cada minuto, cada segundo, cada milésimo de nossas vidas devem ser considerados sagrado. Como dizem, não pedimos pra nascer nem pra morrer, ou seja: APROVEITE O INTERVALO!
O “tempo” ingrato, que muitas vezes leva pessoas queridas e amadas, ou até mesmo quando ele faz com que as mesmas caiam no esquecimento, vinculado com outro fator chamado distância.
Distancia essa que nos faz sofrer, chorar, clamar e esperar pela volta da pessoa querida. Que faz com que cada músculo de nosso corpo se paralise, e que os nossos olhos encham-se de lágrimas e que essas escorram por nosso semblante em direção ao coração que chora.
E essa distancia que encadeia mais um sentimento: a saudade. A mesma que nos faz transbordar de felicidade quando a “matamos”. Felicidades essa que nos proporciona sentimentos proporcionam sentimentos opostos como a tristeza. Tristeza causada pela perda, pelo sentimento de culpa. A culpa que nos faz com que nos tornemos pessoas vulneráveis a todos os malefícios que o mesmo pode nos trazer. E faz com que fiquemos cada dia mais culpados, até que com força, alegria e vontade de lutar. A driblaremos e quando olharmos pra trás, veremos que tudo isso não passou de uma fase de nossas vidas que não voltará mais. Que ficará intacta em nossa memória e que no futuro possa nos fazer chorar ou até mesmo rir quando a relembrarmos.
Memórias vagas, idéias felizes com companhias ideais. Que tornou grande parte de nossas vidas motivante e ao mesmo tempo intrigantes, um “mix” de sentimentos que se transforma em saudade com o tempo que não volta mais.
E é isso tudo que acontece em nossas vidas, que nos tornam mais humanos, mais responsáveis, ou até mesmo em pessoas totalmente depressivas e infelizes.
Tudo o que somos hoje não passa de reflexos de nossas experiências vividas.
Cada fragmento das lembranças, irão doer quando a vasculharmos. Por isso, não passe muito tempo vasculhando o passado, dê apenas uma leve “pincelada” e lembre com alegria e até mesmo tristeza de todos os momentos vividos.
Depois disso, siga!
Cada momento, cada gesto, cada ação são singulares, não tente buscá-los, eles não vão acontecer de novo.
Então com isso damos seguimento a nossas vidas, um tanto quanto pacatas ou até mesmo nas vezes em que a levamos totalmente sem vontade e estimulo.
O dom da vida, só depende de nós mesmos.
E não há caminha para a felicidade. A felicidade É o caminho.
